terça-feira, 28 de junho de 2011
A Vida.
Ela é bela, é grande, é pequena, é revigorante, é nova.
Temos o tempo pra mostrar a nós mesmos e aos outros quem somos, e compartilhar tudo o que sabemos da mesma maneira como absorvemos tudo o que aprendemos. O ontem faz parte do passado, o hoje é aquilo que nos importamos em mostrar para que o amanha venha ser lindo.
Nascemos, crescemos, vivemos, adoecemos. Faz parte de um ciclo certo. Faz parte da vida.
Nos apaixonamos, amamos, brigamos, casamos, nos separamos. É piada de um circo cheio de surpresas.
Aprendemos, ensinamos, castigamos, repreendemos. Motivo de orgulho, motivo de viver.
Nós somos o que fazemos, e fazemos aquilo que queremos ser. É simples! Você é um ladrão se rouba alguém, é assassino se mata alguém, é mentiroso se é vendedor de coisas, como também pode ser tudo isso se for um governador, vereador ou um presidente.
E é isso que é legal na vida, ela te da opções de você ser quem você sonha ser, fazer aquilo que você ama. E não to falando que sexo é profissão.
O que você foi ontem, não interfere hoje se você quiser ser uma pessoa diferente, mas sim se você for consciente que o que você fazia era errado e continua na mesma tecla. O que te resume é o teu caráter, tanto homem quanto mulher.
domingo, 12 de junho de 2011
dias presentes.
Todo dia é igual.
É de manhã com as cobertas quentes entre-lassadas no corpo.
É o pé direito antes do esquerdo.
É oito e meia.
É cedo ainda.
Todo dia é igual.
É a mesma bike num dia frio e quente.
É a mesma musica no fone.
É o mesmo sono ainda.
É o mesmo caminho até lá.
Todo dia é igual.
É as mesmas pessoas.
É um dia sem surpresas.
É a mesma pessoa mandando mensagem.
É o mesmo assunto.
Todo dia é igual.
É semana ainda.
É final de semana já.
É tão pequeno o dia.
É tão longa a semana.
Todo dia é igual.
É motivo de cansaço de novo.
É motivo de alegria felizmente.
É segunda!
É domingo!
Todo dia é igual!
Todo dia é o mesmo!
Todo dia é novo!
Todo dia de novo!
É de manhã com as cobertas quentes entre-lassadas no corpo.
É o pé direito antes do esquerdo.
É oito e meia.
É cedo ainda.
Todo dia é igual.
É a mesma bike num dia frio e quente.
É a mesma musica no fone.
É o mesmo sono ainda.
É o mesmo caminho até lá.
Todo dia é igual.
É as mesmas pessoas.
É um dia sem surpresas.
É a mesma pessoa mandando mensagem.
É o mesmo assunto.
Todo dia é igual.
É semana ainda.
É final de semana já.
É tão pequeno o dia.
É tão longa a semana.
Todo dia é igual.
É motivo de cansaço de novo.
É motivo de alegria felizmente.
É segunda!
É domingo!
Todo dia é igual!
Todo dia é o mesmo!
Todo dia é novo!
Todo dia de novo!
domingo, 5 de junho de 2011
Anjos escondidos.
Em um momento de felicidade tão grande, eu nunca sei se é possivel eu morrer com um sorriso no rosto, marcas no rosto entregando risadas e sorrisos de uma vida curta e grande. Não sei se é possivel pensar que posso não reclamar de falta de felicidade, falta de carinho, afeto, amizade.
Me vejo sempre tão dependente de atenção, uma dependência tão gostosa. Sinto no peito uma necessidade de abrir aquela boca gigante, fazer pular todos os dentes pra fora, trazendo um som tão gostoso de se ouvir, aquele sorriso que vem com uma risada unica, de cada um o sentimento é diferente. Cada pessoa que traz contigo um aperto no peito, um semblante triste, um sentimento amargo, essas pessoas são as mais lindas, são aquelas que quando riem em situações assim, são aquelas que riem para sempre.
Dizer que vivemos em um mundo feliz e lindo é tão absurdo como dizer que uma criança é boba.
Toda criança boba, somos nós alguns anos atrás, anos que faríamos tudo de novo sem reclamar. Uma criança boba não mente, não rouba e nem mata. Uma criança boba é feliz, é linda e imagina um mundo onde todos possam viver em paz, sem guerra, sem fome e sem preconceito, na verdade criança não imagina um mundo sem preconceito, uma criança nem sabe o que significa essa palavra, não questiona e não faz questão de saber. Seria maravilhoso imaginar um mundo assim não ? Seria a primeira vez que pudéssemos confiar nos outros e vice versa. A como é bobo pensar em um mundo assim.
Quando me chamam de criança lembro da minha mãe. Ela é a culpada de eu ser tão criança quanto ela, ela é tão culpada por eu ser assim, boba talvez, louca um pouco, feliz sim! Ela é a culpada por anos de risadas, risadas e risadas. Ela é a culpada por me fazer querer fazer os outros crianças, ou pelo menos rirem como tal. Eu amo pessoas como minha mãe. Amo saber que elas existem como anjos que cuidam da gente, estão quietas enquanto todos estão bem, mais em meio a tristeza, em meio a tão horrível solidão e depressão, elas estão la. Cuidando da gente, cuidando para que todos possam morrer com marcas no rosto, marcas entregando momentos de risadas bobas.
Me vejo sempre tão dependente de atenção, uma dependência tão gostosa. Sinto no peito uma necessidade de abrir aquela boca gigante, fazer pular todos os dentes pra fora, trazendo um som tão gostoso de se ouvir, aquele sorriso que vem com uma risada unica, de cada um o sentimento é diferente. Cada pessoa que traz contigo um aperto no peito, um semblante triste, um sentimento amargo, essas pessoas são as mais lindas, são aquelas que quando riem em situações assim, são aquelas que riem para sempre.
Dizer que vivemos em um mundo feliz e lindo é tão absurdo como dizer que uma criança é boba.
Toda criança boba, somos nós alguns anos atrás, anos que faríamos tudo de novo sem reclamar. Uma criança boba não mente, não rouba e nem mata. Uma criança boba é feliz, é linda e imagina um mundo onde todos possam viver em paz, sem guerra, sem fome e sem preconceito, na verdade criança não imagina um mundo sem preconceito, uma criança nem sabe o que significa essa palavra, não questiona e não faz questão de saber. Seria maravilhoso imaginar um mundo assim não ? Seria a primeira vez que pudéssemos confiar nos outros e vice versa. A como é bobo pensar em um mundo assim.
Quando me chamam de criança lembro da minha mãe. Ela é a culpada de eu ser tão criança quanto ela, ela é tão culpada por eu ser assim, boba talvez, louca um pouco, feliz sim! Ela é a culpada por anos de risadas, risadas e risadas. Ela é a culpada por me fazer querer fazer os outros crianças, ou pelo menos rirem como tal. Eu amo pessoas como minha mãe. Amo saber que elas existem como anjos que cuidam da gente, estão quietas enquanto todos estão bem, mais em meio a tristeza, em meio a tão horrível solidão e depressão, elas estão la. Cuidando da gente, cuidando para que todos possam morrer com marcas no rosto, marcas entregando momentos de risadas bobas.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Escolha!
Nesse mundo existem sempre escolhas, escolhas certas, escolhas erradas, escolhas precipitadas, escolhas atrasadas, escolhas ruins, escolhas boas, escolhas. Muitas das vezes não queremos faze-las, não queremos nos comprometer, 'talvez assim como esta fique melhor que se eu fizer outra escolha'. Pra ajudar, nunca tomamos atitudes de assumirmos nossos erros, erros que sempre acaba piorando pelo tempo que deixamos passar. Nos aproveitamos das bondades dos outros tornando as atitudes deles nossas. Existem coisas que fazemos que não contamos para ninguém, coisas nossas, coisas feias, coisas constrangedoras. Todos são assim, todos negam ser assim, todos não tão nem ai por serem assim, mais todos insistem em continuar sendo assim. Escolhas.
O que aconteceu com agente quando fomos fabricados, quando fomos programados, será que nunca houve uma atualização ? Nenhuma mente brilhante que implantasse um chip em cada criança recem nascida, e para cada acontecimento, ou a cada comportamento estúpido ou ingênuo houvesse atualizações ? Nenhuma ? Ninguém ? Esperasse tanto desse país, desse mundo, desse planeta, mais ninguém ajuda em nada, esperasse que por mágica Fukushima no Japão melhore, mais ninguém comenta das usinas nuclear que ela tem, todos pretendem que o trafico de armas e drogas no Rio de Janeiro acabem, do nada, mais ninguém (governo) se acha competente o suficiente de ir la e tomar providencias, esperasse que os filhos de hoje se tornem os lideres amanha, mais com base em que? Não se fornece estudos para isso, não se fornece educação, respeito, uma esperança de um futuro reluzente não existe, pois, não se existem base. Escolhas são fundamentais! Quando mais você foge dela, mais você foge de suas responsabilidades, de sua oportunidades, de um mundo melhor.
O que aconteceu com agente quando fomos fabricados, quando fomos programados, será que nunca houve uma atualização ? Nenhuma mente brilhante que implantasse um chip em cada criança recem nascida, e para cada acontecimento, ou a cada comportamento estúpido ou ingênuo houvesse atualizações ? Nenhuma ? Ninguém ? Esperasse tanto desse país, desse mundo, desse planeta, mais ninguém ajuda em nada, esperasse que por mágica Fukushima no Japão melhore, mais ninguém comenta das usinas nuclear que ela tem, todos pretendem que o trafico de armas e drogas no Rio de Janeiro acabem, do nada, mais ninguém (governo) se acha competente o suficiente de ir la e tomar providencias, esperasse que os filhos de hoje se tornem os lideres amanha, mais com base em que? Não se fornece estudos para isso, não se fornece educação, respeito, uma esperança de um futuro reluzente não existe, pois, não se existem base. Escolhas são fundamentais! Quando mais você foge dela, mais você foge de suas responsabilidades, de sua oportunidades, de um mundo melhor.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
maldito preconceito ~~
todo mundo tem preconceito.
não adianta falar que você ou que alguém que você conhece não tem, porque tem!
se não é racial, é étnico ou cultural, ou pela orientação sexual ou pelo cabelo, tamanho, credo ou qualquer coisa que lhe de motivo pra evitar ou falar mal do outro.
o que significa preconceito ? "suspeita, intolerância, aversão a outras raças, credos, religiões, etc."
O Preconceito já vem de graça junto conosco, é um sentimento plantado em cada qual, um defeito de fabricação. Falar que as mulheres que fazem comida enquanto lavam roupa, falam ao telefone, atendem a porta e ajudam no dever do filho ao mesmo tempo não conseguem dirigir um carro sem ao menos arranhar alguma parte que seja é tão preconceito quanto falar que os homens que são fodões em dirigir no meio fio não sabem onde fica o ponto G. O preconceito é uma desgraça na vida de quem seje, não saber aceitar os outros sem ao menos conhecer, ou ao menos respeitar qual quer que seje sua opinião ou estilo de vida é um dos piores defeitos do ser humano.
ahhh~~ hora da facul.
não adianta falar que você ou que alguém que você conhece não tem, porque tem!
se não é racial, é étnico ou cultural, ou pela orientação sexual ou pelo cabelo, tamanho, credo ou qualquer coisa que lhe de motivo pra evitar ou falar mal do outro.
o que significa preconceito ? "suspeita, intolerância, aversão a outras raças, credos, religiões, etc."
O Preconceito já vem de graça junto conosco, é um sentimento plantado em cada qual, um defeito de fabricação. Falar que as mulheres que fazem comida enquanto lavam roupa, falam ao telefone, atendem a porta e ajudam no dever do filho ao mesmo tempo não conseguem dirigir um carro sem ao menos arranhar alguma parte que seja é tão preconceito quanto falar que os homens que são fodões em dirigir no meio fio não sabem onde fica o ponto G. O preconceito é uma desgraça na vida de quem seje, não saber aceitar os outros sem ao menos conhecer, ou ao menos respeitar qual quer que seje sua opinião ou estilo de vida é um dos piores defeitos do ser humano.
ahhh~~ hora da facul.
domingo, 17 de abril de 2011
Roles pela vida.
roles pelo mundo enquanto eu sinto a vibração pulsar
roles pelo passado enquanto eu olho aquela foto feia
roles pelo futuro enquanto eu deito na grama fecho o olho e abro a mente
roles na vizinhança, na vendinha do lado, na casa da amiga
e num piscar de olhos percebo que ainda estou encostada na arvore sentindo a brisa no rosto, as formigas trabalhando, a agua subindo e so passou um minuto.
E eu não quero mais nada.
Enquanto eu puder ser feliz da maneira mais fácil, na maneira mais gostosa ta tudo ótimo. Ta tudo lindo. Ta tudo azul.
roles pelo passado enquanto eu olho aquela foto feia
roles pelo futuro enquanto eu deito na grama fecho o olho e abro a mente
roles na vizinhança, na vendinha do lado, na casa da amiga
e num piscar de olhos percebo que ainda estou encostada na arvore sentindo a brisa no rosto, as formigas trabalhando, a agua subindo e so passou um minuto.
E eu não quero mais nada.
Enquanto eu puder ser feliz da maneira mais fácil, na maneira mais gostosa ta tudo ótimo. Ta tudo lindo. Ta tudo azul.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Agente se comportando como gente.
as vezes agente procura tanto
as vezes agente quer tanto
as vezes agente machuca tanta gente
as vezes agente queremos ser outra gente
as vezes não parecemos gente
porque não nos preocupamos com outra gente
gente que ja nos machucou
gente que se comporta como gente
gente... gente...
somos tão cheio de gente na gente
gente que compartilham a vida com a gente
gente que nos ama
gente que é tão distraída da vida
traída pela vida
traída por gente
gente que se trata como gente
gente que quer ficar só
gente que quer ficar junto
gente que não se entende.
as vezes agente quer tanto
as vezes agente machuca tanta gente
as vezes agente queremos ser outra gente
as vezes não parecemos gente
porque não nos preocupamos com outra gente
gente que ja nos machucou
gente que se comporta como gente
gente... gente...
somos tão cheio de gente na gente
gente que compartilham a vida com a gente
gente que nos ama
gente que é tão distraída da vida
traída pela vida
traída por gente
gente que se trata como gente
gente que quer ficar só
gente que quer ficar junto
gente que não se entende.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
contigo quero me perder..
Ahh como é bom quando ta tudo bem.
Como quando você ta feliz, sentindo aquela vibe, aquela brisa, aquela coisinha a mais.
Eu quero mais, quero me jogar, quero me perder, quero te ver, quero andar só na paz.
'Enfiim posso contemplar tua beleza rara, e ter o teu olhar a me guiar, pura e ...'
Como quando você ta feliz, sentindo aquela vibe, aquela brisa, aquela coisinha a mais.
Eu quero mais, quero me jogar, quero me perder, quero te ver, quero andar só na paz.
'Enfiim posso contemplar tua beleza rara, e ter o teu olhar a me guiar, pura e ...'
terça-feira, 5 de abril de 2011
Mais um.
Ai o que eu podia fazer de melhor no meu tempo livre?
Trabalhar ? Ou melhor assistir um filminhu comendo alguma coisa e ficar apenas em casa sentada o dia inteiro esperando chegar a hora de ir pra facul ?
Bom nada melhor que trabalhar e assistir um filminhu.
Resumindo nada melhor que trabalhar meio período em uma locadora.
Poxa nunca imaginei que trabalhar em uma locadora seria um trabalho tão revigorante, um tempo bem utilizado, um trabalho digamos "gostoso".
Meus dias são mais preenchidos agora que eu acordo tão mais cedo que antes.
As segundas e quartas acordo mais cedo ainda, pois, tem volei (: ai em particular são os melhores. E os outros eu apenos trabalho. Volto pra casa almoço alguma coisa e durmo -o- da até sono de lembrar que não durmi hoje.
Mais é tão ruim em pensar que por mais que eu acorde cedo com os passarinhos(ta não tão cedo), de tarde ao voltar eu não faço mais nada, quando não estudo(que isso não tem ocorrido muito ultimamente), apenas durmo, ou assisto mais um filme.
Bom, mais por enquanto, fora esses fatos não tenho muito do que reclamar. Mais pode anotar, daqui a pouco eu venho com anotações e não das boas. Espero que isso não ocorra.
Aiiii mal vejo a hora de chegar amanhã, tem jogooo! \o/
Trabalhar ? Ou melhor assistir um filminhu comendo alguma coisa e ficar apenas em casa sentada o dia inteiro esperando chegar a hora de ir pra facul ?
Bom nada melhor que trabalhar e assistir um filminhu.
Resumindo nada melhor que trabalhar meio período em uma locadora.
Poxa nunca imaginei que trabalhar em uma locadora seria um trabalho tão revigorante, um tempo bem utilizado, um trabalho digamos "gostoso".
Meus dias são mais preenchidos agora que eu acordo tão mais cedo que antes.
As segundas e quartas acordo mais cedo ainda, pois, tem volei (: ai em particular são os melhores. E os outros eu apenos trabalho. Volto pra casa almoço alguma coisa e durmo -o- da até sono de lembrar que não durmi hoje.
Mais é tão ruim em pensar que por mais que eu acorde cedo com os passarinhos(ta não tão cedo), de tarde ao voltar eu não faço mais nada, quando não estudo(que isso não tem ocorrido muito ultimamente), apenas durmo, ou assisto mais um filme.
Bom, mais por enquanto, fora esses fatos não tenho muito do que reclamar. Mais pode anotar, daqui a pouco eu venho com anotações e não das boas. Espero que isso não ocorra.
Aiiii mal vejo a hora de chegar amanhã, tem jogooo! \o/
quinta-feira, 31 de março de 2011
Rascunho.
Meus relatos vivenciados utimamente não tem sido nem um pouco "interessantes" digamos assim.
Ainda que houvesse "monotonia" em meus dias, mas isso nem mais cabea mim.
Cada dia é diferente do outro, uns mais desgastantes, outros menas histórias em minhas estantes.
Meu espelho ja não me olha mais.
Minhas calças se recusam entrar em mim e se entram não querem ficar nem um pouco justas.
Meu travesseiro não guarda mais meus sonhos, só serve para cubrir minha cabeça.
Meu jardim ja se animou com o outono e se encontra no chão.
Minha boca ja não fala mais tudo que penso.
E por fim minha alma ja não carrega mais meu corpo.
A como eu me odeio. Por só me odiar e não odiar outro alguém.
Por ter tantas idéias e nenhuma boa.
POR SER METADE DE MIM.
Por ficar brincando de esconde esconde comigo mesma e nunca me achar.
"Alguém gritou meu nome ou eu quiz ouvir?"
Ainda que houvesse "monotonia" em meus dias, mas isso nem mais cabea mim.
Cada dia é diferente do outro, uns mais desgastantes, outros menas histórias em minhas estantes.
Meu espelho ja não me olha mais.
Minhas calças se recusam entrar em mim e se entram não querem ficar nem um pouco justas.
Meu travesseiro não guarda mais meus sonhos, só serve para cubrir minha cabeça.
Meu jardim ja se animou com o outono e se encontra no chão.
Minha boca ja não fala mais tudo que penso.
E por fim minha alma ja não carrega mais meu corpo.
A como eu me odeio. Por só me odiar e não odiar outro alguém.
Por ter tantas idéias e nenhuma boa.
POR SER METADE DE MIM.
Por ficar brincando de esconde esconde comigo mesma e nunca me achar.
"Alguém gritou meu nome ou eu quiz ouvir?"
quinta-feira, 24 de março de 2011
Isso não se compra e nem se ganha em qualquer lugar.
O Amor é tudo de bom, é divino, é inovador, é novidade, é dom.
O Amor é também tudo que te faz querer desestir, é dolorido, é perca de tempo, é errado, é ferida.
O Amor me faz lembrar de voçê, dos bons momentos, mais dos ruins também.
Sentimentos de felicidade, de paz, de bondade, de algo a mais que não existe no vocabulário.
Vontades absurdas, gestos que são cegos aos olhos humanos, atitudes cheias de vida.
Dores que ficam, embriagues, insônia, medo, choro, memórias e memórias que nunca mais saem da cabeça.
Histórias contadas, histórias acabadas... histórias.
Sorrisos lançados, lagrimas escorridas, palavras jamais ditas, abraços dados, beijos guardados.
E eu há de um dia lembrar e me esquecer de tudo que um dia foi mágico e que ainda faz parte do meu circo.
Lembranças gostosas, saudades enormes, madrugadas curtas.
Possibilidades jogadas ao vento.
Amores lançados no tempo.
Passados e presente que constroem um futuro único e curioso.
Curiosidade que mata, vontade de mais e atitudes de menos.
Não quero lembrar de tudo como uma simples paixão, um simplesmente fogo ardendo no peito, uma respiração ofegante, um mundo pequeno, uma força enorme, uma vontade enorme de proteção, porque cuidar de voçê era tudo e só o que eu queria. Voçê, era tudo!
Não quero lembrar só disso, quero mais.
Quero viver, quero sentir, quero ver.
Aquilo eu nunca vou esquecer, aquela coisa boba, aquela coisa linda, aquela magia, aquele gesto, aquela saudade, aquele ciumes, aquela felicidade.. aquele Amor!
segunda-feira, 14 de março de 2011
Segunda de novo!
E é segunda feira de novo.
Mais uma vez, mais um dia, mais vontade de fazer nada, alias segunda feira é quando começa tudo de novo e o sabado ta la longe.
Segunda nunca é um bom dia, é o primeiro da semana, terça continua ruim, quarta é neutro, quinta feira ja bate aquela vontade da sexta, na sexta a animação começa comicha, sabado é só festa e domingo aquela ressaca. Ressaca de tudo, da lembrança do sabado, de lembrar que um dia depois é segunda de novo e acordar cedo não é uma boa opção e faustão.
Mais enfim, ja que não da pra evitar, o esquema é arrumar alguma coisa pra alegrar.
domingo, 13 de março de 2011
Aquela que sabe de tudo mais não decide nada.
Saudade é uma coisa horrivel de se sentir, porque você sabe que não esta tão perto quanto queria estar das pessoas que te fazem bem, mais também te faz lembrar que há alguem logo ali que te faz um bem enorme. Há como a saudade cresce no peito daquela gordinha sexy, e pensar que ela ta mais perto que eu imagino, da até raiva de mim mesma. Só andar um quarteirão que eu encontro ela, ou pelomenos gostaria de encontrar.
Lenina nunca foi moça de acordar cedo, muito menos agora, que trabalha de tarde.
A como da uma nostalgia dos dias de conversa no banquinho la no fundo da casa dela, de escutar ela falando da vida e da vida falar dela, de aprender pequenas coisas e ensinar outras, de sentir um carinho enorme naquela casa que só eles conseguem passar, de ver a russa deitada na cama, de ver a ticia pulando igual um puddle na sala, mais agora ticia é moça não pula mais
O tempo da escola parece tão mais longe quando a memória pensa em relembrar, antes no tempo que casa de Lenina eram todos os dias possiveis, era tudo diferente. Agora são lembranças de escala, como quando alguem ta falando de você e fulano lembra de você por escala. Essa tal lembrança de escala. Mais eu vou me prometer que passo na casa dela essa semana, ou esse mês... ou no mês que vem.
Lenina nunca foi moça de acordar cedo, muito menos agora, que trabalha de tarde.
A como da uma nostalgia dos dias de conversa no banquinho la no fundo da casa dela, de escutar ela falando da vida e da vida falar dela, de aprender pequenas coisas e ensinar outras, de sentir um carinho enorme naquela casa que só eles conseguem passar, de ver a russa deitada na cama, de ver a ticia pulando igual um puddle na sala, mais agora ticia é moça não pula mais
O tempo da escola parece tão mais longe quando a memória pensa em relembrar, antes no tempo que casa de Lenina eram todos os dias possiveis, era tudo diferente. Agora são lembranças de escala, como quando alguem ta falando de você e fulano lembra de você por escala. Essa tal lembrança de escala. Mais eu vou me prometer que passo na casa dela essa semana, ou esse mês... ou no mês que vem.
quarta-feira, 9 de março de 2011
quando tudo não quer dizer nada e quando o nada significa alguma coisa.
As vezes nada mais ta bom, nada mais sustenta, nada mais importa.
As vezes a vontade de esquecer tudo, se desligar do mundo, so um dia que seje, as vezes é maior que compras, salão de beleza, baladas, viagens, tudo que não para.
As vezes eu queria ter uma tv que passasse tudo que acontece ao meu redor, pra ver o que acontece enquanto eu limpo a casa, almoço, deito, levanto pra comer denovo, deito e vou estudar quando o dia ja é noite, só pra sentar e ver todos correndo, um matando o sonho do outro, gente nascendo, gente morrendo, gente chorando, gente rindo, gente sendo gente.
As vezes me deparo com besteiras que faço, mais só depois que fiz, que paro e me vejo fazendo aquilo.
As vezes minto pra mim, e de tanto mentir acabo acreditando na mentira que vira verdade.
As vezes me prometo tanta coisa, choro por tantas outras, guardo na memória pessoas que não se importam comigo e as vezes até me vingo com pessoas que não merecem, só as vezes.
Nunca quiz ficar velha, mais nunca é muito tempo.
Sempre tive medo do medo, mais sempre é muita coisa.
Nunca que eu quero morrer, tenho medo da morte.
Tenho medo de nunca viver o suficiente, de não fazer de tudo, comer de tudo, falar de tudo, aprender tudo, não gostar de algumas coisas e amar de mais.
Mais agente nunca vive a vida por completo.
O mundo são portas que nunca mais se feicham, são novidades, são mundos diferentes, culturas e amores que nunca agente vivencia. Agente pode ate assistir, ouvir ou até ver, mais nem sempre presenciar. Meu medo me corroi toda noite, e minha esperança tenta me reanimar toda manhã.
Mais por fim, me deparo as vezes com toda essa felicidade, toda essa novidade, toda essa cultura no meu quintal, na minha rua, na minha cabeça, e me da um medo de não sofrer por falta de felicidade.
sexta-feira, 4 de março de 2011
DNA.
Ahhh como eu te amo.
Voçê é tão especial, que palavras não me veem ao falar de você.
Você me guarda entre seus braços como se eu ainda fosse uma criança, me olha com um olhar que eu me sinto protegida, conversa comigo como se eu fosse uma adulta, me ligua de hora em hora como se tivesse passado dias longe de mim. Ontem eu estava vendo um filme daqueles de romance, onde a garota casa, o pai leva ela pro altar e fala o quanto ama ela, como é dificil abrir mão dela, que sempre ela sera a sua garotinha. Me vieram varias memórias na cabeça, de quando eu era pequena e você me fazia rir, chorar, mais o mais importante, nunca foi ausente. Histórias de como você sempre cuidou tão bem de mim, brigou e gritou com quem fosse preciso pra cuidar de mim. Ahh como meu olho enche de lagrimas. Como eu não dou valor nas coisas que voçê faz por mim , só vou perceber mais tarde. Espero que nunca pense que não te amo o suficiente, tenho um jeito diferente de te demonstrar. Um jeito timido, um jeito mais reservado. Eu te amo incondicionalmente, voçê não é apenas importante na minha vida, não é apenas uma peça em um jogo, é meu Pai.
O meu Pai.
Aquele que me defenderia se alguem gritasse comigo, aquele que compra de tudo pra mim, aquele que não precisa de explicações para me entender, aquele cujo eu sempre poderei contar.
Porque acima de tudo, mesmo se vivessemos em uma cabaninha só eu voçê a mamãe e o irmão, com alguns trocados, o amor continuaria sendo o mesmo, seria o mesmo carinho, afeto, atenção, porque voçê sempre foi bom marido e mais que ótimo pai.
Me orgulho cada dia que passa, vejo muito de voçê em mim, voçê sempre foi meu maior herói, meu maior ídolo, meu Pai.
Te amo por tudo que fez por mim e por tudo que sei que faria.
Quero sempre poder contar com voçê, como sempre contei.
Porque Pai, voçê é merecedor de tudo!
Voçê é tão especial, que palavras não me veem ao falar de você.
Você me guarda entre seus braços como se eu ainda fosse uma criança, me olha com um olhar que eu me sinto protegida, conversa comigo como se eu fosse uma adulta, me ligua de hora em hora como se tivesse passado dias longe de mim. Ontem eu estava vendo um filme daqueles de romance, onde a garota casa, o pai leva ela pro altar e fala o quanto ama ela, como é dificil abrir mão dela, que sempre ela sera a sua garotinha. Me vieram varias memórias na cabeça, de quando eu era pequena e você me fazia rir, chorar, mais o mais importante, nunca foi ausente. Histórias de como você sempre cuidou tão bem de mim, brigou e gritou com quem fosse preciso pra cuidar de mim. Ahh como meu olho enche de lagrimas. Como eu não dou valor nas coisas que voçê faz por mim , só vou perceber mais tarde. Espero que nunca pense que não te amo o suficiente, tenho um jeito diferente de te demonstrar. Um jeito timido, um jeito mais reservado. Eu te amo incondicionalmente, voçê não é apenas importante na minha vida, não é apenas uma peça em um jogo, é meu Pai.
O meu Pai.
Aquele que me defenderia se alguem gritasse comigo, aquele que compra de tudo pra mim, aquele que não precisa de explicações para me entender, aquele cujo eu sempre poderei contar.
Porque acima de tudo, mesmo se vivessemos em uma cabaninha só eu voçê a mamãe e o irmão, com alguns trocados, o amor continuaria sendo o mesmo, seria o mesmo carinho, afeto, atenção, porque voçê sempre foi bom marido e mais que ótimo pai.
Me orgulho cada dia que passa, vejo muito de voçê em mim, voçê sempre foi meu maior herói, meu maior ídolo, meu Pai.
Te amo por tudo que fez por mim e por tudo que sei que faria.
Quero sempre poder contar com voçê, como sempre contei.
Porque Pai, voçê é merecedor de tudo!
quarta-feira, 2 de março de 2011
Extremos.
O esquema é viver o hoje, sem prezar o futuro. É aproveitar ao maximo enquanto somos jovens. Porque se preocupar com nossos decendentes ? Porque se preocupar em prezar o nosso planeta terra? Pra que? Quanta futilidade em pensar nisso! Besteira de quem fala só para fazer picuinha da vizinha que gasta 100 litros de agua por dia pra lavar a calçada que puta que paril parece que nunca mais acaba. Vixii, não pretendo ter filhos e nem subrinhos, então vou gastar agua mesmo, comer muito fast food, andar muito de carro com aquele combustivel fudido que acaba com o oxigenio, parece até que moro em uma mina. É tão normal né? Não ? Ué. Não vejo ninguem protestando, tentando pelomenos ajudar, parece que quanto mais a tv passa aqueles comerciais de 30 segundos sobre o aquecimento global, mais a pessoa acha que é normal. Há isso é culpa do governo, ele que resolva maneiras uteis para que o mundo não sofra mais esse tipo acontecimento. E o polo norte, que ta mais pra mar atlantico, cade o gelo ? A pra que esquentar a cabeça né, so moram alguns animais, algumas pessoas e só. Então la deixa. Mais se esse papo do mundo acabar derretendo, simplesmente virar um picolé, algumas mudanças climaticas, alguns paises sairem do mapa, ou forem passar pro outro lado acaber acontecendo, espero não ver ninguem ajoelhando e pedindo que Deus resolva, pedindo misericordia, porque aquilo só Ele pode resolver. Porque a bola nunca ta em nossas mãos, a batata sempre ta queimando, e ninguem quer que pare em si mesmo, então é mais facil jogar pro proximo e esperar que la fique ou caia em outro. Enquanto isso acontece, vamos vivendo no calor infernal ou no inverno extremo.
Quero tanto dela.
Quero mais inocencia, menos malicia talvez.
Mais confiança, menos olho grande.
Mais risos,menos choro.
Mais sacanagem, menos monotonia.
Quero mais surpresa e menos planejamentos, menas decepção, mais lagrimas de felicidade, pra que tanta pressão? Pra que eu preciso de tanto? Pra que voçê quer tanto? Se a vida é uma dadiva, porque ninguem aproveita ao maximo?
Quero um mundo novo, quero brincar de pega pega, quero passar a noite em claro pra ver a lua durmir e o sol nascer.
Quero me divertir com pouca coisa.
Quero fazer bolo de chocolate e não comer.
Agente espera tanto do mundo e ele espera tanto de nós.
Quero fazer poesia.
Quero andar de mobilete.
Quero beijar aquele menino do pré.
Quero escutar o silencio das estrelas.
A vida é tão rara.
Quero querer que tudo isso não seje apenas vontade, quero querer saber que se ja quiz isso antes quero de novo. Quero mais calma, mais alma no corpo, quero ir devagar e rapido, quero falar a verdade quando mentir for preciso, quero menos promessas e mais atitudes, quero jogar meu relogio no lixo, quero dar valor em coisas pequenas, quero mais tempo em um dia tão curto.
Porque a vida não para.
Mais confiança, menos olho grande.
Mais risos,menos choro.
Mais sacanagem, menos monotonia.
Quero mais surpresa e menos planejamentos, menas decepção, mais lagrimas de felicidade, pra que tanta pressão? Pra que eu preciso de tanto? Pra que voçê quer tanto? Se a vida é uma dadiva, porque ninguem aproveita ao maximo?
Quero um mundo novo, quero brincar de pega pega, quero passar a noite em claro pra ver a lua durmir e o sol nascer.
Quero me divertir com pouca coisa.
Quero fazer bolo de chocolate e não comer.
Agente espera tanto do mundo e ele espera tanto de nós.
Quero fazer poesia.
Quero andar de mobilete.
Quero beijar aquele menino do pré.
Quero escutar o silencio das estrelas.
A vida é tão rara.
Quero querer que tudo isso não seje apenas vontade, quero querer saber que se ja quiz isso antes quero de novo. Quero mais calma, mais alma no corpo, quero ir devagar e rapido, quero falar a verdade quando mentir for preciso, quero menos promessas e mais atitudes, quero jogar meu relogio no lixo, quero dar valor em coisas pequenas, quero mais tempo em um dia tão curto.
Porque a vida não para.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Estórias e segredos de Roberto II
Foi quando Ana o levou para o hospital. Roberto não tinha mais forças para escovar os dentes, não saia da cama muito menos conversava. No hospital resolveram internar ele, mais alguns dias e Roberto passava dessa para uma melhor. Pelo seu estado critico, Roberto entrou em profundo coma, ficando um ano desacordado. Ana já não esperava nada, durante esse tempo se preparou para morte de seu amado. Teve tempo para se endividar, não tinha dinheiro o suficiente para pagar suas contas e as despesas do hospital. Ana se recusava a procurar um emprego, não se via atrás de um balcão, e sim na frente. Passou por muita coisa enquanto Roberto estava no hospital, conheceu homens que a fez se sentir amada novamente, mais homem para Ana tinha que ter dinheiro. Mais com sorte conseguiu entrelaçar um homem rico, porem velho, ruim de alma e corpo, pessoa que só olhava para seu umbigo, era grosso, suas preocupações eram quando suas empresas não davam lucro e sim prejuízo. Mais o velho sempre teve experiência, e sempre tomou conta de tudo sozinho. Mais nada importava para Ana, só o fato de saber que ele era podre de dinheiro já o colocava no topo. Ana então investiu no velho, deixando tudo pra trás, pegou suas coisas e foi viver em Londres. Roberto já não estava com a mesma sorte, a empresa onde ele trabalhava já não queria se dar ao luxo de pagar as despesas do mesmo. Então o hospital foi obrigado a mandar Roberto para rua, ou para outro hospital, que fizesse caridade. Ele desacordado, falido e sem ninguém que se preocupasse com ele, não sobreviveria por muito tempo. Era só uma questão dos chefes de plantão tomar a decisão de matá-lo com uma pequena injeção. Mas ao longo desses doze meses, uma pessoa em particular, reconheceu Roberto. Uma mulher que trabalhava no hospital, uma doce e gentil enfermeira. Carolina. Carolina não foi do começo sua enfermeira, Roberto teve varias enfermeiras, pois seu caso era critico, então toda atenção era voltada para ele. Mais no final acabou ficando só Carolina. Enfermeira Chefe, que se cuidava de Roberto não por necessidade, e sim por escolha. O hospital tinha muitos casos graves fora o de Roberto, mais Carolina foi se aproximando e criando um grande carinho por ele. Até que no fim o levou para casa, para que cuidasse dele; Seu marido havia falecido há seis meses, Carolina então sentia uma vontade grande em ajudar alguém, ajudar alguém a melhor, pensar que poderia salvar a vida de Roberto lhe confortava por um lado. Confortava-lhe a alma, em saber que não pode fazer nada pelo seu marido, faria de tudo por Roberto. Pois perder alguém que estivera tão perto dela, mais tão longe de poder ter feito algo, machucava o peito.
Foi onde cuidar de Roberto foi seu modo de se perdoar. E os dias foram passando, semanas, meses, quando enfim Roberto acordou. Acordou como se tivesse dormido apenas oito horas, como se estivesse tudo normal, acordou disposto, acordou se espreguiçando todo, arrumando o cabelo, procurando o chinelo ao lado da cama, esticando o braço ainda com os olhos meio fechados a procura de seus óculos, quando ao abrir os olhos se depara com duas lindas meninas, em pé olhando-o e lhe dando um belo sorriso, um sorriso que lhe trazia lembranças de um tempo que pra ele eram mágicos, memórias de Carolina. Era de manhã, horário em que Carolina ainda estava no hospital, horário em que a babá saia para comprar pão na padaria da esquina, eram oito horas da manhã. E Roberto assustado querendo se achar naquela casinha simples, naquelas janelas de madeira com pássaros que vinham cantar, naqueles três cômodos que se separavam por lençóis, naquelas meninas lindas que andavam descalças, com o olho cheiro de remelo, o cabelo ainda bagunçado, a roupa de dormir rasgada, mais com semblante que não deixava duvida de felicidade, quem eram elas? Onde ele estava? Porque tudo era tão normal para ele? Se fosse antes, ele estaria gritando, sairia correndo, ou mandaria aquelas meninas saírem de perto dele, mais não, algo tinha acontecido com Roberto. Não eram só remédios, não era só o tempo que tinha passado demais, era carinho, era amor, um toque de atenção, dois de afeto e muitos de esperança. Tudo aquilo era injetado direto na veia, tocava a alma e voltava transparecendo no olhar. Roberto era um novo homem, cheio de vida, ele respirava vida, ele olhava e via, ele queria mais daquilo, não sabia ao certo o que era, mais tinha certeza que era o que ele queria. Passando alguns minutos em silencio naquele quarto, Vera, a babá chega da padaria.
Foi quando Roberto percebeu que todo este tempo foi atrás de Carolina, quase morreu por achar que a vida não lhe interessava mais, quando a vida chega até ele, quando percebe que foi preciso passar por tudo isso para conseguir ter Carolina por perto. Foi bem planejado? Isso seria o melhor modo de conseguir a atenção dela? Roberto se entristece em perceber que quase perdeu a moça que morava em seus sonhos, quase perdeu tudo por achar que era incapaz de conseguir nem que fosse um ‘oi’ dela. Mas mesmo sabendo de tudo que tinha acabado de acontecer, ele percebe que nasceu de novo, teve a oportunidade de começar uma nova vida, e que não eram pensamentos negativos que ele queria começar aquela vida. Era sorrisos, era mais sede de alma, era mais felicidade, era mais paixão pela vida. Ele deu tudo que ele tinha, entregou sua vida, não sabia o quão poderoso aquilo era, mais quando recebeu de novo, sabia que tinha muitas coisas a fazer.
cont..
Foi onde cuidar de Roberto foi seu modo de se perdoar. E os dias foram passando, semanas, meses, quando enfim Roberto acordou. Acordou como se tivesse dormido apenas oito horas, como se estivesse tudo normal, acordou disposto, acordou se espreguiçando todo, arrumando o cabelo, procurando o chinelo ao lado da cama, esticando o braço ainda com os olhos meio fechados a procura de seus óculos, quando ao abrir os olhos se depara com duas lindas meninas, em pé olhando-o e lhe dando um belo sorriso, um sorriso que lhe trazia lembranças de um tempo que pra ele eram mágicos, memórias de Carolina. Era de manhã, horário em que Carolina ainda estava no hospital, horário em que a babá saia para comprar pão na padaria da esquina, eram oito horas da manhã. E Roberto assustado querendo se achar naquela casinha simples, naquelas janelas de madeira com pássaros que vinham cantar, naqueles três cômodos que se separavam por lençóis, naquelas meninas lindas que andavam descalças, com o olho cheiro de remelo, o cabelo ainda bagunçado, a roupa de dormir rasgada, mais com semblante que não deixava duvida de felicidade, quem eram elas? Onde ele estava? Porque tudo era tão normal para ele? Se fosse antes, ele estaria gritando, sairia correndo, ou mandaria aquelas meninas saírem de perto dele, mais não, algo tinha acontecido com Roberto. Não eram só remédios, não era só o tempo que tinha passado demais, era carinho, era amor, um toque de atenção, dois de afeto e muitos de esperança. Tudo aquilo era injetado direto na veia, tocava a alma e voltava transparecendo no olhar. Roberto era um novo homem, cheio de vida, ele respirava vida, ele olhava e via, ele queria mais daquilo, não sabia ao certo o que era, mais tinha certeza que era o que ele queria. Passando alguns minutos em silencio naquele quarto, Vera, a babá chega da padaria.
Ela:
Meu bondoso Deus, que milagre, você acordou. Perai tenho que ligar pra ela.
Ele:
Como assim acordei mulher, dormi tanto assim? Ela quem?
Ela:
Meu Deus você perdeu a noção do tempo, você moço dormiu por volta de 13 meses. Carolina que vem cuidando de você. É pra ela que eu vou ligar.
Ele desorientado, fica quieto ao ouvir o quanto tempo ficou a dormir. Mas ao ouvir o nome de Carolina... : Carolina? Ela tem cuidado de mim? Mais onde ela esta? Esta é a casa dela?
Ela:
Calma moço, muitas perguntas. Ela vem cuidando todo esse tempo do senhor. Mas agora ela esta no trabalho, só volta mais tarde, isso se ela não for para o bar.
Foi quando Roberto percebeu que todo este tempo foi atrás de Carolina, quase morreu por achar que a vida não lhe interessava mais, quando a vida chega até ele, quando percebe que foi preciso passar por tudo isso para conseguir ter Carolina por perto. Foi bem planejado? Isso seria o melhor modo de conseguir a atenção dela? Roberto se entristece em perceber que quase perdeu a moça que morava em seus sonhos, quase perdeu tudo por achar que era incapaz de conseguir nem que fosse um ‘oi’ dela. Mas mesmo sabendo de tudo que tinha acabado de acontecer, ele percebe que nasceu de novo, teve a oportunidade de começar uma nova vida, e que não eram pensamentos negativos que ele queria começar aquela vida. Era sorrisos, era mais sede de alma, era mais felicidade, era mais paixão pela vida. Ele deu tudo que ele tinha, entregou sua vida, não sabia o quão poderoso aquilo era, mais quando recebeu de novo, sabia que tinha muitas coisas a fazer.
cont..
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Estórias e segredos de Roberto. I
E o telefone tocou de novo e de novo. E ele atendeu nervoso, procurando palavras que a fizessem parar de ligar, a vontade de jogar seu celular longe e fugir de tudo que lembrasse ela era maior a cada dia que passasse, sua voz lhe embriagava o estomago, o perfume que ela usava já não parecia ter mais um aroma doce, era mais uma sentença, sua memória reprisava tudo que o já teria passado com ela. As cores já eram escuras, a comida já era de rotina arroz e feijão, para o vinho não se tinha mais paladar, se antes aguçado hoje enojado. Não existia mais emoção em sua vida. Então ele atendeu...
E desligou o telefone.
A vida de Roberto para com Ana não tinha mais razão, para Ana era só estresse do trabalho, ela acreditava que aquilo ia passar, ela queria acreditar que tudo ia melhorar. Mais não para Roberto. Ele já não tinha mais vontade de voltar para casa, quando o relógio batia marcando 21h00min sua cabeça começava a doer, seu estomago revirava, seu corpo pesava, e ele tinha uma vontade enorme de correr para um bar e encher a cara antes de chegar em casa, para aturar sua esposa, sim sua esposa. Roberto nunca foi de bagunças, sempre foi homem de família, responsável, tinha em mente uma idéia de homem para uma mulher. Prestativo. Ele sempre amou muito todas as mulheres que passaram em sua vida, sua primeira experiência sexual, seu primeiro amor, sua primeira paixão, seu primeiro fora, sua primeira noiva, sua primeira mulher. Desde o inicio Roberto quis e se empenhou para ser e dar o melhor para a mulher que ele escolhesse para casar. Pois dentro da casa de seu pai, ele viu o contrario, cresceu vendo sua mãe apanhando de seu pai, seus irmãos engravidando namoradas e as largando, hábitos que ele escolheu não levar. Coisas que ele presenciou, tragédias que sempre quis poder ter feito alguma coisa para que não tivessem acontecido. Que foram quando sua mãe e sua irmã foram mortas em um acidente de carro, que seu pai estava dirigindo bêbado. E que foi ai que ele resolveu ser um homem, não um moleque.
Mas algo tinha acontecido em sua vida, ele não via mais Ana como sua esposa, não a olhava mais no olho, não queria mais saber como ela estava, se passar bem ótimo, se não ótimo também. Ana sempre foi moça preguiçosa, era filha mais nova, então nunca teve hábitos de ajudar em casa, sempre era a protegida do pai e da mãe. Então ao casar Ana não levou muito da casa de seus pais para a dela, o Maximo que ela sabia fazer era uma bela omelete com suco de laranja bem doce, pão com geléia de morango. Almoço nem pensar, Ana não mexia com comida, muito menos janta. Não era prestativa em lavar roupa e louça, a casa se não tivesse empregada o chão teria que se limpar sozinho, a roupa se passaria sozinha e a cama se arrumaria sozinha. Mas Ana não saiu de casa por inteira crua, tinha uma coisa que ela sabia fazer, e que fazia com um sorriso no rosto sem nunca reclamar, compras. Para Roberto isso não era lá uma habilidade e sim um defeito, pois Ana fazia despesas em mercados de quinhentos reais para o mês, e somente para os dois, fazia compras no shopping de duzentos reais em pertences para os cachorros. Roberto bancava tudo, nunca reclamou, sempre fazia os gostos de sua amada, quando via o olho dela brilhar ao ver alguma coisa ele comprava, nunca havia sacrifício que ele não fizesse por ela, se precisasse trazia a lua para ela. Só para vê-la feliz. Mas isso foi desgastando. Ela não era mais um motivo para viver, ela não fazia mais seu coração bater forte, ele já não queria se esforçar para pagar por ela, pagar suas roupas, seu cabelo, suas vontades. Então sem mais fome de vida, começou a procurar fora o que não encontrava dentro de casa, ele não queria só sexo, queria mais, queria viver intensamente, queria ser pobre, poder viver de amor e de trocados, não de hora extras e dores de cabeça. Foi quando começaram as mentiras, as reuniões até mais tarde, as viagens a trabalho, até que não precisasse mais dar satisfações. Roberto começou a viver, não se importava em pagar as fortunas que Ana consumia pelo cartão de credito, não fazia mais hora extras, não voltava mais para casa para o jantar, chegava em casa só meia noite. E assim foi levando, sua consciência já não pensava em saber que traia sua mulher, já não era um pecado era uma travessura, eram duas pessoas aproveitando a noite, eram duas historias de mundos diferentes, era só sexo, comida, risadas e bebidas. Roberto nunca passava seu numero de celular muito menos marcava o das moças, mais mesmo ele tendo quantas moças ele quisesse, em particular tinha uma, não era moça nova que queria bagunça, era mulher independente e casada, assim como Roberto. Carolina, moça dos olhos verdes, cabelos pretos, sorriso que matava todos os homens, um rosto angelical, voz serena mais firme e um corpo macio e claro que Roberto não se cansava de apreciar. Roberto nunca conseguiu chamar atenção de Carolina, ela o notava por velo todas as noites em um barzinho que tocava blues em outra cidade, em Longtow. Carolina trabalhava de garçonete de noite no bar e de dia em um hospital para poder pagar as contas em casa, pois seu marido já tinha operado três vezes do coração e já não agüentava mais, se houvesse outra operação Carlos seu marido não agüentaria, e ela tinha duas filhas pequenas. Então ela não tinha muitas escolhas. Mais Roberto não se cansava em ir todas as noites só para vê-la, ele conseguiria qualquer mulher do bar, pois era bonito, homem de 30 anos, olhos azuis claros, semblante calmo e límpido, cabelo castanho claro, pele pouco morena, mas por mais que tivesse a moça mais bonita, não se comparava a Carolina, ela o deixava impaciente, no trabalho sua mente era voltada para Carolina, em casa Carolina, na rua Carolina, e seu momento de mais pura felicidade era no final de seu expediente. Quando ele entrava no carro tirava sua aliança, deixando uma marca funda dela, arrumava seu cabelo, e ia para o bar quando se deparava com sua moça dos olhos verdes. Uma noite Roberto resolveu não dar bola para nenhuma mulher, somente beber um pouco, escutar blues e ver Carolina. Seu cheiro ao passar por ele era como um mar de rosas, rosas brancas, rosas vermelhas, azuis, eram todas juntas, mais suaves e que faziam ele paralisado. Era o mais próximo que conseguia chegar dela, os homens do bar já notavam o anseio que corria nas veias de Roberto, a garganta seca por mais que seu copo fosse cheio, suas pernas impaciente e seu olhar que entregava. Por isso Roberto sabia tanto de Carolina, os boatos eram tantos que chegavam até os ouvidos dele, mais nunca aos de Caroline, nunca foi mulher de fofoca, ficar tricotando e fuxicando da vida alheia, era mulher certa, que se fosse para trabalhar, somente trabalhava.Uma noite em particular, o bar se encontrava vazio, como não de costume. Então Roberto resolveu tentar conversar com Carolina. Tentando de todas as maneiras chamarem a atenção dela, mas não tendo nenhum sucesso. Foram passando os dias, e conseguir que Carolina o notasse acabou que sendo uma questão de honra. Ele não agüentava mais de vontade de pegar em suas mãos, olhar em seus olhos e poder um dia chamá-la de sua. O tempo foi passando, Roberto foi se perdendo no serviço, pois nada mais prendia sua atenção, teu semblante já não era mais calmo, e sim de impaciente, de infeliz. Em casa já não dormia na cama com Ana, ficava até de madrugada acordado, o sexo nas ruas já não eram prazerosos, a vida que ele pensava que estava boa já não o satisfazia, o ar já estava poluído, suas roupas já não o vestiam, ele estava vazio, nu para ele e para todos. O bar em Longtow já não era freqüente, pois sabia que La encontraria Carolina, e não queria que ela vivesse como ele, uma mentira, uma traição. Roberto chegou em uma fase que não queria mais trabalhar, comer, amar, viver. Entrou em profunda depressão. Quando sua vida tomou um rumo que ele já esperava.
continua...
Ele :
O que você quer?
Ela:
Você não me respondeu ontem onde vamos jantar hoje. Preciso saber, para ver o que vou usar.
Ele:
Não. Não vamos jantar fora hoje, tenho muito que fazer, e não to com cabeça para nada.
Ela:
Mais amor, hoje é o nosso aniversario de casamento. Você se lembra?
Ele:
Já lhe disse to sem cabeça, eu pago suas roupas de marca, seus sapatos caríssimos, você tem um cartão, não era o que você queria, vá e jante você. E vou chegar tarde, não me espere.
E desligou o telefone.
A vida de Roberto para com Ana não tinha mais razão, para Ana era só estresse do trabalho, ela acreditava que aquilo ia passar, ela queria acreditar que tudo ia melhorar. Mais não para Roberto. Ele já não tinha mais vontade de voltar para casa, quando o relógio batia marcando 21h00min sua cabeça começava a doer, seu estomago revirava, seu corpo pesava, e ele tinha uma vontade enorme de correr para um bar e encher a cara antes de chegar em casa, para aturar sua esposa, sim sua esposa. Roberto nunca foi de bagunças, sempre foi homem de família, responsável, tinha em mente uma idéia de homem para uma mulher. Prestativo. Ele sempre amou muito todas as mulheres que passaram em sua vida, sua primeira experiência sexual, seu primeiro amor, sua primeira paixão, seu primeiro fora, sua primeira noiva, sua primeira mulher. Desde o inicio Roberto quis e se empenhou para ser e dar o melhor para a mulher que ele escolhesse para casar. Pois dentro da casa de seu pai, ele viu o contrario, cresceu vendo sua mãe apanhando de seu pai, seus irmãos engravidando namoradas e as largando, hábitos que ele escolheu não levar. Coisas que ele presenciou, tragédias que sempre quis poder ter feito alguma coisa para que não tivessem acontecido. Que foram quando sua mãe e sua irmã foram mortas em um acidente de carro, que seu pai estava dirigindo bêbado. E que foi ai que ele resolveu ser um homem, não um moleque.
Mas algo tinha acontecido em sua vida, ele não via mais Ana como sua esposa, não a olhava mais no olho, não queria mais saber como ela estava, se passar bem ótimo, se não ótimo também. Ana sempre foi moça preguiçosa, era filha mais nova, então nunca teve hábitos de ajudar em casa, sempre era a protegida do pai e da mãe. Então ao casar Ana não levou muito da casa de seus pais para a dela, o Maximo que ela sabia fazer era uma bela omelete com suco de laranja bem doce, pão com geléia de morango. Almoço nem pensar, Ana não mexia com comida, muito menos janta. Não era prestativa em lavar roupa e louça, a casa se não tivesse empregada o chão teria que se limpar sozinho, a roupa se passaria sozinha e a cama se arrumaria sozinha. Mas Ana não saiu de casa por inteira crua, tinha uma coisa que ela sabia fazer, e que fazia com um sorriso no rosto sem nunca reclamar, compras. Para Roberto isso não era lá uma habilidade e sim um defeito, pois Ana fazia despesas em mercados de quinhentos reais para o mês, e somente para os dois, fazia compras no shopping de duzentos reais em pertences para os cachorros. Roberto bancava tudo, nunca reclamou, sempre fazia os gostos de sua amada, quando via o olho dela brilhar ao ver alguma coisa ele comprava, nunca havia sacrifício que ele não fizesse por ela, se precisasse trazia a lua para ela. Só para vê-la feliz. Mas isso foi desgastando. Ela não era mais um motivo para viver, ela não fazia mais seu coração bater forte, ele já não queria se esforçar para pagar por ela, pagar suas roupas, seu cabelo, suas vontades. Então sem mais fome de vida, começou a procurar fora o que não encontrava dentro de casa, ele não queria só sexo, queria mais, queria viver intensamente, queria ser pobre, poder viver de amor e de trocados, não de hora extras e dores de cabeça. Foi quando começaram as mentiras, as reuniões até mais tarde, as viagens a trabalho, até que não precisasse mais dar satisfações. Roberto começou a viver, não se importava em pagar as fortunas que Ana consumia pelo cartão de credito, não fazia mais hora extras, não voltava mais para casa para o jantar, chegava em casa só meia noite. E assim foi levando, sua consciência já não pensava em saber que traia sua mulher, já não era um pecado era uma travessura, eram duas pessoas aproveitando a noite, eram duas historias de mundos diferentes, era só sexo, comida, risadas e bebidas. Roberto nunca passava seu numero de celular muito menos marcava o das moças, mais mesmo ele tendo quantas moças ele quisesse, em particular tinha uma, não era moça nova que queria bagunça, era mulher independente e casada, assim como Roberto. Carolina, moça dos olhos verdes, cabelos pretos, sorriso que matava todos os homens, um rosto angelical, voz serena mais firme e um corpo macio e claro que Roberto não se cansava de apreciar. Roberto nunca conseguiu chamar atenção de Carolina, ela o notava por velo todas as noites em um barzinho que tocava blues em outra cidade, em Longtow. Carolina trabalhava de garçonete de noite no bar e de dia em um hospital para poder pagar as contas em casa, pois seu marido já tinha operado três vezes do coração e já não agüentava mais, se houvesse outra operação Carlos seu marido não agüentaria, e ela tinha duas filhas pequenas. Então ela não tinha muitas escolhas. Mais Roberto não se cansava em ir todas as noites só para vê-la, ele conseguiria qualquer mulher do bar, pois era bonito, homem de 30 anos, olhos azuis claros, semblante calmo e límpido, cabelo castanho claro, pele pouco morena, mas por mais que tivesse a moça mais bonita, não se comparava a Carolina, ela o deixava impaciente, no trabalho sua mente era voltada para Carolina, em casa Carolina, na rua Carolina, e seu momento de mais pura felicidade era no final de seu expediente. Quando ele entrava no carro tirava sua aliança, deixando uma marca funda dela, arrumava seu cabelo, e ia para o bar quando se deparava com sua moça dos olhos verdes. Uma noite Roberto resolveu não dar bola para nenhuma mulher, somente beber um pouco, escutar blues e ver Carolina. Seu cheiro ao passar por ele era como um mar de rosas, rosas brancas, rosas vermelhas, azuis, eram todas juntas, mais suaves e que faziam ele paralisado. Era o mais próximo que conseguia chegar dela, os homens do bar já notavam o anseio que corria nas veias de Roberto, a garganta seca por mais que seu copo fosse cheio, suas pernas impaciente e seu olhar que entregava. Por isso Roberto sabia tanto de Carolina, os boatos eram tantos que chegavam até os ouvidos dele, mais nunca aos de Caroline, nunca foi mulher de fofoca, ficar tricotando e fuxicando da vida alheia, era mulher certa, que se fosse para trabalhar, somente trabalhava.Uma noite em particular, o bar se encontrava vazio, como não de costume. Então Roberto resolveu tentar conversar com Carolina. Tentando de todas as maneiras chamarem a atenção dela, mas não tendo nenhum sucesso. Foram passando os dias, e conseguir que Carolina o notasse acabou que sendo uma questão de honra. Ele não agüentava mais de vontade de pegar em suas mãos, olhar em seus olhos e poder um dia chamá-la de sua. O tempo foi passando, Roberto foi se perdendo no serviço, pois nada mais prendia sua atenção, teu semblante já não era mais calmo, e sim de impaciente, de infeliz. Em casa já não dormia na cama com Ana, ficava até de madrugada acordado, o sexo nas ruas já não eram prazerosos, a vida que ele pensava que estava boa já não o satisfazia, o ar já estava poluído, suas roupas já não o vestiam, ele estava vazio, nu para ele e para todos. O bar em Longtow já não era freqüente, pois sabia que La encontraria Carolina, e não queria que ela vivesse como ele, uma mentira, uma traição. Roberto chegou em uma fase que não queria mais trabalhar, comer, amar, viver. Entrou em profunda depressão. Quando sua vida tomou um rumo que ele já esperava.
continua...
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Momentos..
E é, a vida é feito de momentos. Momentos que presenciamos, ou até tem vezes que nem tanto, e só vamos dar conta quando ja acabo. Pessoas que, amamos, odiamos, conhecemos, vivemos, convivemos, que nos amam e que fingem que nos amam. Essas mesmas que fazem parte dos nossos dias, que preenchem eles, os tornam mais especial, mais interessante, mais apimentados. Lembra daquela ultima vez que voçe ficou sozinha em casa, comendo tudo que tinha na dispensa, assistindo aquele filme que é o filme do mês e ja ta no dia 23 e voçe ja viu ele 23 vezes? E voçe vê e revê os numeros da sua agenda e não tem ninguem pra voçe ligar. Então lembra quando isso aconteceu? Pois é, ninguem merece. Mais por mais que voçe esteje naqueles dias que voçe não ta pra nada, voçe da aquela saidinha basica com os amigos só pra fazer uma presença, e simplesmente tudo muda, aquele desanimo, aquela vontade de fazer nada passa. Pronto, passo. São esses dias magicos que voçe espera toda manha que voçe acorda, esses dias perfeitos onde nada abala sua alto estima, acaba com seu bom humor, te faz maravilhada. E a ultima vez que voçe saiu e dispirocou, abalou, não tava nem ai pra nada, porque o que voçe mais queria era ir dormir com ressaca e acordar de ressaca a semana inteira, e esse dia quando foi? Voçe lembra ? Ou aquele final de semana na casa da avó que a familia inteira se reune e pergunta quando voçe vai casar, porque daqui a pouco voçe ta muito velha e não vai arrumar ninguem,e voçe ainda tem que dar netos, bisnetos, te julgam por tudo de errado que voçe ja fez, ta fazendo e vai fazer se continuar assim, porque caro, TUDO é motivo de 'ovelha negra' da familia. Mais tudo passa, são momentos que voçe disfruta, até o pior voçe acaba tirando alguma coisa de util. Momentos que voçe lembra todos os dias, minutos de desespero, de coisas erradas, de felicidade que contagia, todos são unicos e não são trocados por nada, nem tirados. E é assim que é a vida, feita de momentos.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Deus, sexo e escolhas.
Hoje eu conversei com Deus. Entrei em contato com meu lado espiritual e passei um tempo pensando, ou pelomenos tentando pensar como Deus é pra cada um. A pessoas por mais que sabem o valor dEle, o que ele traz para cada um, elas não tem uma convivencia com Ele. Tudo bem, perai, não estou falando de ir na igreja todo dia, não. O que eu to querendo dizer é que desde pequeno, todos aprendem o valor que Deus tem. O Poder Divino, o unico capaz de ir e vir, estar em todos os lugares ao mesmo tempo, o Alfa e o Ômega, capaz de fazer coisas que a ciencia jamais explicaria. Nós por si só, somos capazes de marcar um passeio com um ano de antecedencia, desmarcando qualquer coisa que apareça de ultima hora, mais se convidados para ir na igreja, em um dia que não temos absolutamente nada para fazer nos fazemos de bobo, arrumamos uma desculpa, ou um cansaço, ou o tempo que não ta bom, ou até que o cachorro não pode ficar sozinho. Todos sabemos que Deus nos ama incondicionalmente, sem nos julgar e nos perdôa quando pedimos perdão. Mais sera que funciona para os que matam adoidados e pedem perdão quando se deparam com a vida no fim. Esses tambem são perdoados? Tenho minhas duvidas. Eu não posso falar muito mas, é engraçado como uma pessoa pode amar a outra com todas as suas forças, fazer de tudo pela outra, gritar para o mundo que ama fulano, fazer juras de amor, ligar todos os dias, jurar fidelidade e tudo que necessario para ter uma vida perfeita. Mais e com Deus? Essa mesma pessoa vai na igreja um domingo sim, dez não e assim vai, ela não fala de Deus para ninguem, e nossa se perguntarem se ela vai na igreja, ela fica roxa. Enrola, enrola e ... " A ,vô." , e ja muda de assunto. É a vida é engraçada. Parece que quanto menos os outros souberem que voçe tem um relacionamento com Deus é melhor. Mais é claro que na hora do aperto, do desespero Deus é muito bem vindo. Tá né.
Mais mesmo tudo isso sendo parte do cotidiano de muita gente, acho que Deus continua nos amando, com todo o poder do perdão, acho que Ele não guarda rancor.Não sei não, será que se houvesse só Deus não seria melhor? Tudo que fizessemos não teriam consequencias? Mais tambem não haveria McDonald's, DiskSexo, Baladas e Cia. Verdade. Acho que o ser humano não viveria sem um Big Mac, sexo e lugares que pessoas se encontram para se drogar, dançar, ficar louca, dançar e fazer sexo no banheiro. Uma expectativa de vida para um jovem é bem simples, muito sexo, comida, cama, baladas, bebida e alguns aperetivos a mais. Ja a de um adulto é bem complicada, trabalhar, durmir muito mal, sexo nem pensar e dor de cabeça pensando no filho que pra ajudar é jovem.
Mais a vida nem sempre é assim para todos. E eu acho que Deus na vida de quem seje é fundamental, é uma escolha que cada um toma que não a arrependimentos. E ter todas essas coisas de bagunça, despirocar, ter isso livre para fazermos faz com que nossas escolhas resumam quem somos. Nos gratifica e faz termos principios. E ai sim sabemos quem somos.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
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| Brincando com a Vida. |
E é incrivel como uma criança não se deixa abalar por qualquer besteira, que porem ja uma pessoa digamos"adulta", se afetaria.É incrivel quando voçe se depara com situações que te deixam de boca aberta, pensando... ' Poxa, mentira.Quantos anos essa criança tem?'. Na hora voçe lembra logo de quando era criança, que jamais voçe fez aquilo e/ou se fizesse levaria uma surra que lembraria a sua vida inteira.Quando voçe é criança voçe literalmente não quer saber de nada e nem ninguem, é toma la da cá. Ja um 'adulto' não, é um engole sapo todo dia e segue a vida assim que ta bom, porque se mecher piora, e se piorar fudeu. A vida é bem cômica, as pessoas são cômicas, toda aquela ladainha de 'é apanhando que se aprende', 'tem que perder pra dar valor', 'entra com o pé direito que da sorte', 'se ver uma macumba ou alguma coisa esquisita, chuta com o pé esquerdo que não pega'.Quem que nuca apanhou e continua apanhando e não aprendeu ainda ? Caraca, tem sempre um que ta apanhando na vida e fala isso. Tem gente perdendo o 'verdadeiro amor', e por mais que goste o orgulho fala mais alto, e consequentemente não da valor em nada. E todas essas simpatias de pé direito, pô se joga no pensamento positivo, imagina a cena, a pessoa vai entrar na casa nova e tropeça e entra com o pé esquerdo, 'FUDEU', cadê a sorte? ai fica esse pensamento de que ela mesma trouxe azar pra casa. Ai ja era, ja procura um psicologo e muda de ceita.
A vida seria muito mais facil se não fosse levada tão a serio, poxa dinheiro é bom sim na vida de todo mundo, mais ele cegua tanto ada um, que toma posse da sua vida casual, sexual, familiar e te faz escravo dele. Isso quando não acaba te ferrando no financeiro. Quando voçe trabalha é ruim, porque voçe trabalha, mais é bom porque voçe ganha pra isso. Quando voçe não trabalha é bom, porque voçe não trabalha, mais é ruim porque voçe não tem dinheiro pra fazer nada. Então a vida é bem dificil de se levar, ja começa por ai.
Mais quando voçe é criança e chega em uma certa idade, voçe ja é preparado psicologiamente sabendo que voçe tem que trabalhar pra ser alguem na vida, entao, desde pequeno voçe se preocupa em trabalhar porque senão voçe não vai ser nada, não vai ser ninguem na vida. Tenso! Mais tem sempre um jeitinho facil de ganhar a vida pra aqueles que não tão nem ai pra ninguem, ser politico.
Mais viver a vida sem ter medo do que ta pra vim, sentir um friozinhona barriga e um sorriso no rosto, não tem preço.
"Não acrescente dias a sua vida, mais vida aos seus dias." (Harry Benjamin).
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Palavras jogadas ao vento
Acho que procuro por alto conhecimento. Mais meus pecados são maiores que qualquer coisa bonita que tento transparecer.
Não me lembro de nenhum tempo que eu pude me dar crédito, que eu me orgulhei de mim mesma. Desde pequena sempre procurei a perfeição, ou alguma coisa que eu pudesse guardar de baixo do travesseiro. Mais nunca achei nada. Não me lembro mais quando me perdi, eu me perdi ou isso é só fase? Por Deus, acho que preciso de um porre.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Então é isso.
Já quase não vejo motivos para ser feliz. Como ser feliz? Como sorrir todos os dias sem motivos, sorrisos falsos, uma 'felicidade artificial'. Uma mentira. Não quero mais mentir, mentir pra mim, pros outros. Sou duas pessoas, uma pra mim, e outra pros outros. Me preocupo tanto com o que os meus pensam, que acabo não fazendo nada. ‘Deixa pra depois, quando isso passar eu dou um jeito’. Típico. Em um passado não tão grande, apenas me camuflar me satisfazia. Só de saber que pros outros aquilo tava bom, tava bom pra mim. Um sorriso me bastava, uma piada, um dia, ‘uma mentira’. Enquanto eu não caísse em realidade tava ótimo, mais agora que só isso não basta pra minha alma, agora que ela pede mais, ta machucando. Por tudo de antes, de agora e do amanhã. Tenho medo de me perder em mim, de não me achar, ou de pior ainda, eu acabar me acustumando.
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